terça-feira, 31 de agosto de 2010

* Amarras soltas









AMARRAS SOLTAS




A cidade, sua boemia de luzes e hábitos
não adormecem.
Planos e desfechos em vigília reaquecem.


Na guarita do desejo, instinto e amor
se arregaçam.
Cortam distâncias, estacionam em furor.


Lago e superfície, não tão plácidos,  em ânsia
se agitam.
Emergem dois corpos em nascentes e afluentes.


E não existiria este prazer se não fosse o amor
além das amarras!
tão da carne, tão sem metáforas, tão solto!







de: Vallentine (poetisa menor)
em : 30 de agosto de 2010


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3 comentários:

daufen bach. disse...

OLá Vallentine,
de poetisa menor aqui nao há nada.
tua linguagem é rica, metáforas bem construídas, realmente um estilo próprio.
Parabéns!

Lindo final de semana a ti.

daufen bach.

Vallentine (poetisa menor) disse...

Querido daufen bach

O prazer em recebê-lo aqui é todo meu.
Trago este estigma, e muito forte.
Realmente me sinto menor...
Tenho procurado melhorar, crescer, pois penso que isto são os passos de quem gosta de ler e escrever.
Se eu melhorar ainda que lentamente,melhor e mais confortavel de se ler, eu serei para aquele que se interessar por meus poemas e escritos.

Prazer imenso em tê-lo amigo e seguidor de Blog.
Isto é festa na alma.
Amei o seu estilo.
Adorei visitar o teu blog.
Adorei receber sua vista por aqui.

Grande abraço.
Vallentine (poetisa menor)

julio rodrigues correia disse...

Teus poemas são lúcidos e construidos com enorme estesia. Poemas maiores da melhor qualidade.